sexta-feira, agosto 12, 2005

Sem título




Fosse eu a água que investe sobre as areias dessa praia e já o mundo choraria a tua partida. E as injúrias desmedidas, focos de uma raiva sem razão, atirar-me-iam as culpas dessa abrupta despedida. O mar matou-a, diriam, arrastou-a para as profundezas inóspitas onde não há vida!
Mas essa seria uma culpa que de bom grado guardaria. A ela, e a ti, sereia do mundo como há muito não via!

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