sábado, abril 30, 2005

Do olá à saudade

Posso-me chegar perto de alguém e dizer olá. E depois, em conformidade com o Tempo que nos ilude, estendê-lo por outros sóis e luas.
Posso dizer adeus. E depois, em consonância com o orgulho que nos consome, manter a firmeza desse fim a todo o custo.
Só não posso, porque não há palavras nem gente que o possam medir, quantificar o prazer e angústia de cada momento passado com os meus pares.
Posso apenas garantir os olás e os adeus, apenas porque não lhes posso ser indiferente.

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