terça-feira, março 29, 2005

Das eternas promessas

Quantas palavras, proferidas ao vento;
Quantas mentiras forjadas no tempo;
Quantas juras, quantas promessas;
Quantas lamúrias por contas avessas?

E por cada dia, após noite cerrada,
Cega-me a luz dessa nova alvorada.
Mas ainda assim prometo,
Em palavras que sinto,
Que na luz do próximo sol
Verá o Mundo que não minto.

É assim,
- em quantas palavras -
Que se confunde o que se sente
Sabendo-se do que se mente!
É assim,
- em quantas juras -
Que se faz tarde e se faz cedo,
Que nasce a mentira e cresce o medo!

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