Excertos de um delírio...
Hoje não me apetece escrever sobre a actualidade. Não me apetece corromper os apelos da minha vontade. Em contrapartida, porque não sei estar sem escrever, vou deixar algumas palavras, na verdade um pequeníssimo excerto, de um pequeno ensaio que imaginei e escrevi há algum tempo. Talvez mais tarde escreva mais uma ou outra parte...
"(...) Estás sujo e desregrado. A noite deixou em ti a sua marca. Dilacerou partes de ti que se abriram, deixando fugir o sangue que te alimenta o coração. Por certo estás mais fraco porém, o teu medo faz-te ignorar uma verdade que saciará o feroz predador que te persegue. Se ao menos tivesses onde olhar a tua figura debilitada e ameaçadoramente corrompida! Aí certamente te deterias perante essa tua fuga. Nem que por um breve instante, olharias para trás em busca de uma desculpa que te permitisse desobedecer à força inquisitória que te fez correr durante o reinado da escuridão.(...)".

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